domingo, junho 30, 2013
quinta-feira, junho 27, 2013
2 anos
Pulsaram em mim três corações,
um, já meio gasto e às vezes velho e que carrego até ao fim,
um outro que de tanto bater perdeu o ritmo, perdeu-se do meu, do tom, silenciou.
o último, ri a cada instante, é forte
é dos três concerteza o que mais vê, mais sente, mais procura, mais encontra
e sabe ( tão bem tão bem)
que no coração mais velho
há um lugar de tons clarinhos, tão definido e ocupado para sempre.
Deus precisou de ti.
E isso basta ( às vezes, às vezes)
jamais saberei o que é viver contigo ou viver sem ti.
um, já meio gasto e às vezes velho e que carrego até ao fim,
um outro que de tanto bater perdeu o ritmo, perdeu-se do meu, do tom, silenciou.
o último, ri a cada instante, é forte
é dos três concerteza o que mais vê, mais sente, mais procura, mais encontra
e sabe ( tão bem tão bem)
que no coração mais velho
há um lugar de tons clarinhos, tão definido e ocupado para sempre.
Deus precisou de ti.
E isso basta ( às vezes, às vezes)
jamais saberei o que é viver contigo ou viver sem ti.
terça-feira, junho 25, 2013
domingo, junho 23, 2013
sábado, junho 22, 2013
quinta-feira, junho 20, 2013
domingo, junho 16, 2013
segunda-feira, junho 10, 2013
domingo, junho 09, 2013
sexta-feira, junho 07, 2013
quarta-feira, junho 05, 2013
sábado, junho 01, 2013
saudades de ir ao zoo
a zebra é preta com riscas brancas ou branca com riscas pretas?
e no dia da criança é diferente?
é bom passar o dia a ouvir sorrisos dos mais pequeninos :)
quarta-feira, maio 29, 2013
lápis de côr
os lápis da caran d`ache supracolor soft são mágicos.
primeiro desenha-se e depois é só passar com um bocadinho de água et voilá.
è pena custarem um balúrdio.
tenho doze, menos mal.
domingo, maio 26, 2013
sábado, maio 25, 2013
sexta-feira, maio 24, 2013
quarta-feira, maio 22, 2013
blue
Pergunto-me às vezes onde está a minha loucura...aquela que pertence aos artistas...
e depois encontro estes desenhos e faz-se luz.
( está cá, está cá)
domingo, maio 19, 2013
ena pá!
Agora, me deixem tranquilo.
Agora, se acostumem sem mim.
Eu vou fechar os olhos.
E só quero cinco coisas,
cinco fontes preferidas.
Uma é o amor sem fim.
O segundo é ver o outono.
Não posso ser sem que as folhas
vão e voltem a terra.
O terceiro é o grave inverno,
a chuva que amei, a carícia
do fogo no frio silvestre.
Em quarto lugar, o verão
redondo como uma melancia.
A quinta coisa são teus olhos,
Matilde minha, bem-amada,
não quero dormir sem teus olhos,
não quero ser sem que me olhes:
eu mudo a primavera
porque tu me segues olhando.
Amigos, isso é o que quero.
É quase nada e quase tudo.
Agora, se querem podem ir.
Vivi tanto que um dia
terão que esquecer-me por força,
apagando-me do quadro:
Meu coração foi interminável.
Mas, por que peço silêncio
não creiam que vou morrer-me:
me passa todo o contrário:
acontece que vou viver-me.
Acontece que sou e que sigo.
Não será, pois, só que aqui dentro
de mim cresceram cereais,
primeiro os grãos que rompem
a terra para ver a luz,
mas a mãe-terra é escura:
e dentro de mim sou escuro:
sou como um poço em cujas águas
a noite deixa suas estrelas
e segue só pelo campo.
Se trata de que tanto vivi
que quero viver outro tanto.
Nunca me senti tão sonoro,
nunca tive tantos beijos.
Agora, como sempre, é cedo.
Voa a luz com suas abelhas.
Deixem-me só com o dia.
Peço permissão para nascer.
Poema "Pido Silencio" de Pablo Neruda.
Escrito em agosto de 1957. Publicado em 1958, no livro "Estravagario".
p.s. o gabriel partilha a minha paixão pelas árvores.
Agora, se acostumem sem mim.
Eu vou fechar os olhos.
E só quero cinco coisas,
cinco fontes preferidas.
Uma é o amor sem fim.
O segundo é ver o outono.
Não posso ser sem que as folhas
vão e voltem a terra.
O terceiro é o grave inverno,
a chuva que amei, a carícia
do fogo no frio silvestre.
Em quarto lugar, o verão
redondo como uma melancia.
A quinta coisa são teus olhos,
Matilde minha, bem-amada,
não quero dormir sem teus olhos,
não quero ser sem que me olhes:
eu mudo a primavera
porque tu me segues olhando.
Amigos, isso é o que quero.
É quase nada e quase tudo.
Agora, se querem podem ir.
Vivi tanto que um dia
terão que esquecer-me por força,
apagando-me do quadro:
Meu coração foi interminável.
Mas, por que peço silêncio
não creiam que vou morrer-me:
me passa todo o contrário:
acontece que vou viver-me.
Acontece que sou e que sigo.
Não será, pois, só que aqui dentro
de mim cresceram cereais,
primeiro os grãos que rompem
a terra para ver a luz,
mas a mãe-terra é escura:
e dentro de mim sou escuro:
sou como um poço em cujas águas
a noite deixa suas estrelas
e segue só pelo campo.
Se trata de que tanto vivi
que quero viver outro tanto.
Nunca me senti tão sonoro,
nunca tive tantos beijos.
Agora, como sempre, é cedo.
Voa a luz com suas abelhas.
Deixem-me só com o dia.
Peço permissão para nascer.
Poema "Pido Silencio" de Pablo Neruda.
Escrito em agosto de 1957. Publicado em 1958, no livro "Estravagario".
p.s. o gabriel partilha a minha paixão pelas árvores.
sábado, maio 18, 2013
back to the photos...
O Alvaro é um amigo de um amigo( happy birthday). Tira uma fotografias lindas. E eu não consigo resistir a pintar algumas no meu caderno portátil.
quinta-feira, maio 16, 2013
uma viagem, uma photo,uma aguarela
tive uma ideia.
Aproximam-se viagens.
Logo fotografias.
Quando voltarem escolham uma.
Eu pinto-a em aguarela.
Preciso de praticar e assim os temas não são escolhidos por mim.
bora?
thanks.
entretanto...aproveitem cada momento mágico cá e lá.
p.s. este pedido não tem prazo de validade.
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